O Blog Voltou!!!
Apos Ficar um mês parado fora do ar, o blog volta com muitas noticias interessantes e dinâmicas.
This is featured post 3 title
Replace these every slider sentences with your featured post descriptions.Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha - Premiumbloggertemplates.com.
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Acidente entre trens em SP deixou 38 feridos
O acidente entre dois trens na Linha 7–Rubi, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deixou 38 pessoas feridas - duas delas em estado grave, com traumatismo craniano -, segundo informou o major Nilton Miranda, do Corpo de Bombeiros, às 11h desta quarta-feira. A Secretaria Municipal de Saúde confirmou no horário que pelo menos 30 pessoas se feriram.
Fonte: G1
Segundo a CPTM, um trem de manutenção bateu na traseira de uma composição que levava passageiros, às 8h50, na Estação Vila Clarice, na Praça Comendador Souza Cruz, na região do Jaraguá.
Segundo a secretaria, duas vítimas foram levadas para o Hospital Geral de Taipas, 14 foram para o Hospital Geral da Vila Penteado e 14 para o Pronto-Socorro de Pirituba. Não havia informações sobre o estado de saúde delas até as 11h.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, dos 38 feridos, 28 foram socorridos pelos bombeiros e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os demais foram socorridos por quem passava no local. Às 11h, os bombeiros ainda faziam o resgate de vítimas.
O acidente aconteceu no sentido do Centro da capital - a Linha 7-Rubi liga a região da Luz à cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo. Pelo menos 11 unidades do Corpo de Bombeiros haviam sido mobilizadas até as 9h10 para socorrer as vítimas.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Crackers desenvolvem malware 'chupa cabra' para clonar cartões
Fique atento, pois cibercriminosos brasileiros desenvolveram um novo método para roubar dados financeiros. De acordo com oblog da Kaspersky Lab, a novidade é o Chupa Cabra, um código malicioso criado para copiar e transmitir informações de cartões de débito e crédito a partir das leitoras de cartões presentes em lojas, supermercado, postos de gasolina e outros estabelecimentos.
"Os carders brasileiros uniram forças com programadores locais para inventar uma maneira mais fácil e segura para roubar e clonar um cartão de crédito, já que instalar um aparelho chupa-cabra físico em um caixa eletrônico, por exemplo, é arriscado", declarou o pesquisador Fabio Assolini. Para quem não sabe, carders são ladrões especializados na clonagem de cartões.
Após a montagem do aparelho, é instalado um vírus no computador onde as leitoras (PIN pads) são conectadas. A partir daí, ele intercepta a comunicação da leitora com o software de pagamento e envia as informações para o cibercriminoso. Por isso a escolha por inserir um malware em um PC não foi em vão: colocar um vírus nessas máquinas é mais simples do que trocar a leitora ou colocar algum dispositivo extra nela.
Os principais dados do cartão, como número, nome e código de segurança do usuário, são transmitidos em forma de texto simples. O malware, então, intercepta essa transmissão e a envia para o criminoso.
Assolini explica que os leitores de cartão são protegidos com recursos de hardware e software para criptografar os dados e as senhas digitadas. No entanto, esses aparelhos estão sempre conectados a um computador via cabo USB ou serial, e os leitores mais velhos e ultrapassados ainda usados no Brasil são ainda mais vulneráveis - justamente nesse ponto.
O malware foi detectado pela primeira vez no Brasil em dezembro de 2010 e nomeado como Trojan-Spy.Win32.SPSniffer, e tem quatro variantes (A, B, C e D). Segundo Assolini, esses Trojans são altamente especializados e detectam metas específicas de ataque. O programa é negociado entre os carders brasileiros por US$ 5 mil dólares.
Alertadas sobre o problema, as empresas de cartão de crédito começaram a fazer updates do firmware das leitoras antigas, a fim de proteger os dados dos consumidores.
Fonte: Olhar Digital
"Os carders brasileiros uniram forças com programadores locais para inventar uma maneira mais fácil e segura para roubar e clonar um cartão de crédito, já que instalar um aparelho chupa-cabra físico em um caixa eletrônico, por exemplo, é arriscado", declarou o pesquisador Fabio Assolini. Para quem não sabe, carders são ladrões especializados na clonagem de cartões.
Após a montagem do aparelho, é instalado um vírus no computador onde as leitoras (PIN pads) são conectadas. A partir daí, ele intercepta a comunicação da leitora com o software de pagamento e envia as informações para o cibercriminoso. Por isso a escolha por inserir um malware em um PC não foi em vão: colocar um vírus nessas máquinas é mais simples do que trocar a leitora ou colocar algum dispositivo extra nela.
Os principais dados do cartão, como número, nome e código de segurança do usuário, são transmitidos em forma de texto simples. O malware, então, intercepta essa transmissão e a envia para o criminoso.
Assolini explica que os leitores de cartão são protegidos com recursos de hardware e software para criptografar os dados e as senhas digitadas. No entanto, esses aparelhos estão sempre conectados a um computador via cabo USB ou serial, e os leitores mais velhos e ultrapassados ainda usados no Brasil são ainda mais vulneráveis - justamente nesse ponto.
O malware foi detectado pela primeira vez no Brasil em dezembro de 2010 e nomeado como Trojan-Spy.Win32.SPSniffer, e tem quatro variantes (A, B, C e D). Segundo Assolini, esses Trojans são altamente especializados e detectam metas específicas de ataque. O programa é negociado entre os carders brasileiros por US$ 5 mil dólares.
Alertadas sobre o problema, as empresas de cartão de crédito começaram a fazer updates do firmware das leitoras antigas, a fim de proteger os dados dos consumidores.
Fonte: Olhar Digital
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Homossexuais aliciam meninos para virar transexuais em SP
Tráfico de adolescentes para prostituição homossexual começa nas redes da internet
SÃO PAULO — Magro, cabelos compridos, short curto. M., 16 anos, abre o sorriso leve e ingênuo dos adolescentes quando perguntado se pode dar entrevista. O relógio marca 1h de sexta-feira. “M” é um garoto e está na calçada, numa das travessas da Avenida Indianópolis, conhecido ponto de prostituição de travestis e transexuais, escancarado em meio a casas de alto padrão do Planalto Paulista, na Zona Sul de São Paulo. A poucos passos, mais perto da esquina, está “K”, também de 16 anos.
![]() |
| Adolescente aliciado por redes homossexuais |
O primeiro contato é feito por meio de redes de relacionamento na internet. Uma simples busca por “casas de cafetina” leva os garotos a perfis de aliciadores homossexuais. Após o primeiro contato, pedem que o adolescente encaminhe uma foto por e-mail, para que seja avaliado. Se for considerado interessante e “feminino”, eles têm a passagem paga pelos aliciadores. Ao chegar a São Paulo, passam a morar em repúblicas de transexuais e a serem transformados. Recebem inicialmente megahair e hormônios femininos. Quando começam a faturar mais com os programas nas ruas, vem a oferta de prótese de silicone nos seios. Os escolhidos para ir à Europa chegam a ser “transformados” em tempo recorde, apenas cinco meses, para não perder a temporada na zona do euro.
É fácil identificar os adolescentes recém-chegados. Além do corpo típico da idade, eles têm seios pequenos, produzidos por injeção de hormônios, e megahair. Testados inicialmente na periferia, os meninos são distribuídos nos pontos de prostituição de acordo com a aparência. Os considerados mais bonitos recebem investimento mais alto e vão trabalhar na área nobre da cidade. Na Avenida Indianópolis, recebem R$ 70 por um programa no drive in e R$ 100 se o programa for em motel. Nos outros dois endereços, o valor é bem mais baixo: entre R$ 30 e R$ 50 no drive in e R$ 70 a R$ 80 em motel.
Menores evitam ruas principais
Não faltam interessados. A partir de 17h, homens homossexuais na faixa de 30 a 50 anos aproveitam o fim do expediente para, antes de seguir para casa, fazer programas rápidos com os transexuais na Indianópolis. Um furgão preto, com insulfilme, faz o transporte de vários transexuais. Mas, nesse horário de maior movimento, dificilmente os menores ficam à vista nas calçadas.
Por existirem há décadas, os pontos de prostituição de travestis são vistos com naturalidade pelos moradores de São Paulo, principalmente agora com leis anti-“homofobia” que punem a crítica ao homossexualismo. Se antes se podia criticar, agora nem isso. Afinal, o homossexualismo em São Paulo está sob a proteção do PSDB e parece que a prostituição homossexual está incluída nessa proteção.
Em geral, os transexuais adolescentes ficam nas travessas, atrás dos grupos de maiores de idade, que ficam quase nus e são extremamente imorais. Os dois grupos convivem bem com a vizinhança, exceto pelo constrangimento proporcionado pelos mais velhos (acima de 25 anos) sem roupa ou exibindo abertamente partes íntimas ou siliconadas.
Os adolescentes são mais discretos, menos siliconados e “montados”. Os implantes de silicone nos seios são menores, num apelo direcionado aos pedófilos. Eles usam saias e shorts curtinhos, como “M” e “K”, e podem muitas vezes ser confundidos com meninas.
Como na Indianópolis prostitutas e travestis dividem espaço, clientes são surpreendidos pela nova leva de jovens vindos de outros estados, de aparência cada vez menos óbvia.
“Y”, 19 anos, é um dos transexuais que fazem aumentar a confusão. Aos 15, foi levado a São Paulo pela rede homossexual de prostituição e pedofilia.
— A cafetina viu que eu era feminina e que ganharia muito dinheiro. Minha mãe assinou autorização para eu viajar, e vim de avião. Ficou preocupada, como toda mãe, mas deixou — conta.
Inicialmente, foi levado a trabalhar na Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista. Pagava R$ 20 pela diária na república, sem almoço.
— Quem não tivesse os R$ 20 tinha de voltar para a rua, não entrava enquanto não conseguisse — diz ele.
Mesmo sem ter sido transformado, já chamava atenção. Logo começou a faturar R$ 250 por dia. Aos 16 anos, recebeu “financiamento” para colocar prótese de silicone no seio. O implante foi feito por cirurgião plástico. Custou R$ 4 mil, mas “Y” teve de pagar R$ 8 mil à cafetina, pois não tinha dinheiro para quitar à vista.
“Y” diz que aceitou porque queria ficar feminina logo. Neste mercado, os seios são vistos como principal atributo. Quanto mais aparência de mulher, mais os clientes pagam. Agora, o jovem mora sozinha num flat e paga seu aluguel. Diz que divide o espaço da avenida tranquilamente e já não deve nada a ninguém. Faz entre seis e 10 programas de prostituição por noite, afirma, enquanto lança olhares às dezenas de carros que passam rente à calçada, aguarda possivelmente um cliente homossexual.
Fonte: Julio Severo
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
‘Saio muito triste da Band’, diz Luiz Ceará sobre demissão
Na manhã desta quinta-feira (02), o repórter esportivo Luiz Ceará foi oficialmente desligado da TV Bandeirantes. Ele revelou em entrevista ao site Portal Imprensa que soube de sua demissão por meio uma nota do site Yahoo!, no dia anterior.
- Ontem estava no São Paulo para fazer uma participação ao vivo. No entanto, o Datena precisou do link para outra matéria mais urgente e cancelaram minha entrada no programa. Pediram para que eu voltasse para a emissora, mas como precisava resolver alguns assuntos particulares, fui para casa e, para minha surpresa, vi na internet a notícia de minha demissão – contou Ceará, antes que entrasse na reunião em que seria formalizado seu desligamento.
Na manhã desta quinta, ele recebeu uma ligação de Terence Paiva, responsável pelo programa “SP Acontece”, solicitando uma reunião para falar sobre seu futuro. Na reunião, Terence disse a Ceará que o ‘diretor de esporte José Emílio Ambrósio está reformulando a equipe para a chegada de jornalistas mais jovens’.
- Se minha saída realmente acontecer, saio muito triste, pois a Band faz parte da minha carreira – afirmou o repórter, que já teve sua dispensa confirmada pela Band..
Fonte: Rede Continua
Referencia: Blog do Leandro Leite
Referencia: Blog do Leandro Leite
Mão de obra escrava do Haiti dá status de país acolhedor para o Brasil
Resumo da notícia: “ Chegada de haitianos, é fruto da política internacional, diz especialista -Brasil, o 6° maior PIB mundial, virou atrativo para haitianos que vivem em um país com PIB de pouco mais de R$ 20 milhões”.
A fonte desse “acolhimento fraternal” de Haitianos pelo governo brasileiro tem a sua origem nos ensinamentos do cristo cósmico Baha’u’llah, nesse caso o fim de limite entre fronteiras. Foi Abdu’l’ Bahá (filho de Baha’u’llah ) que ensinou esse principio para os governantes em palestra reservada como descrito abaixo:
“…Quando se perguntar às pessoas do futuro: “Qual a sua nacionalidade?”, a resposta será: “Pertenço à nação da humanidade. Vivo à sombra de Bahá’u'lláh. Sou servo de Bahá’u'lláh. Sou do exército da Suprema Paz.” Os povos do futuro não dirão: “Eu sou inglês, francês ou persa”; pois todos eles serão cidadãos da nacionalidade universal – uma só família, um só país, o único mundo da humanidade…”( 16 DE ABRIL DE 1912 Palestra de Abdu’l’ Bahá no Hotel Ansonia para os Amigos Bahá’ís de Nova Jersey Esquina das Ruas Broadway com Setenta e Três, Nova Iorque).
A idéia até que é linda, mas o bahaismo é transformado em filosofia para os governantes e o que acontece na realidade é muito diferente desse sonho utópico.
Para início de conversa, o governo do PT é especialista em apresentar um PIB fantasma (devem ter aprendido isso com o comunismo Chinês). Se as pessoas ganham mais e pagam menos juros o PIB cresce, mas com um salário baixo e juro alto o PIB cai. A estratégia imunda do PT foi transformar os empréstimos em uma forma de salário. Já o governo imundo do PSD resolveu pagar o aumento de boa parte do funcionalismo em suaves parcelas. É fácil ter o sexto PIB do mundo desse jeito.
O que o principio de Baha’u’llah está criando são escravos do Haiti e ainda com requisitos de seleção. Na foto abaixo temos vários haitianos que lembra mais o tempo da escravidão onde o senhores escolhiam o escravo mais “sarado “ para o trabalho:
Um exemplo disso está na frase abaixo de um fazendeiro paulista . Segundo ele, os brasileiros não querem trabalhar:
“Eu vim buscar empregados que queiram trabalhar, esse pessoal passou por terremoto, guerra civil e querem trabalhar, o brasileiro não passou por nada disso e não quer trabalhar muito”, afirmou Antonio Carlos.
Veja como ele foi infeliz em sua declaração ao dizer “trabalhar muito”. O sentido aqui é de ser explorado. O Brasileiro quer trabalhar, mas em condições dignas.
Referencia: apocalipse Total
Referencia: apocalipse Total



05:47
CVPlaythrough
Posted in: 
